O DIA EM QUE PERDI AS RÉDEAS

Sempre que penso em nossa estrutura corpo-psíquica imagino um cavaleiro montado. O cavaleiro é a mente, o cavalo é o corpo e as rédeas a consciência. Domamos nossos cavalos, montamos num piquete fechado, aprendemos a usar as rédeas, estamos seguros na fazenda. A cavalgada começa quando pegamos a estrada da vida adulta.

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NO BOEING 777 DA MALÁSIA

O que mais se vê por aí são especulações sobre o desaparecimento do Boeing 777 da Malaysia Airlines. Vou citar algumas delas pra vocês se envolverem no assunto logo no primeiro parágrafo: falha técnica, explosão no ar, terrorismo, suicídio do piloto, erro humano etc. Na memória de todos voltou à tona o caso do voo 447 da Air France, que fazia Rio-Paris e desapareceu em 2009. Mas essa tragédia me lembrou mesmo a do Titanic.
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O SADISMO DA BIKRAM YOGA

Há pouco mais de um ano, me mudei para um apartamento com vista para os prédios do outro lado da rua, sendo um deles a filial de Botafogo da Bikram Yoga. Desde então, saio do prédio e penso: hum… qualquer dia eu vou experimentar essa aula, seria o adianto me exercitar em frente de casa. Mas nunca tinha tempo ou disposição para concretizar tal pensamento.
Até que…

NÃO SOU VEGETARIANA E SOU CONTRA O FESTIVAL DE YULIN

O festival de Yulin, na China, está dando o que falar (há um bom tempo). Enquanto para os chineses é tudo muito normal, para quase todo o resto do mundo comer carne de cachorro é um absurdo tremendo. Para certa porcentagem, que parece crescer na Internet, recriminar o Festival é hipocrisia, tendo em vista que em outros países é comum comer carne de boi, frango, porco, cavalo, pato, coelho, jacaré, sapo, peixe… “E QUAL A DIFERENÇA, HÃ?”

UMA CARIOCA EM NATAL

A sexta-feira começou cedo, eu e Gatsby, meu pastorzinho de shetland de 5 meses, chegamos às 7h no Galeão. No avião conheci a Thais, que morou seis anos em Natal. Depois das devidas apresentações perguntei qual era a boa de sábado – “Sei que vai ter uma festa de eletrônico, te passo no face, a gente se fala no What’s – Tô dentro”. Pegamos as malas e fui pra casa da minha mãe com o taxista Dedé (tel: 84 99548250). É sempre bom ter o telefone de um ou dois taxistas por lá, já que na rua é praticamente impossível pegar um táxi. O melhor mesmo é alugar um carro, apesar de a cidade toda desconhecer os nomes das ruas, pois não tem placa, basta pesquisar no Google e ligar o GPS. Deu certo comigo!

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